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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Quebec

Pelo que eu já conheci das outras cidades e vi por fotos das próximas, me arrisco a dizer que Quebec é a minha cidade favorita (claro que eu não estou incluindo Vancouver nesta lista). Acredito que o principal fator para isto seja o inverno rigoroso carregado com toneladas de neve, que enfeia as outras cidades e embeleza Quebec.

Há apenas um bairro aonde os turistas vão: o Vieux Quebec. Senti-me 300 anos atrás no tempo, tamanha a conservação perfeita em que a região se encontra. São diversos lugares para visitar e aprender sobre a exploração dos franceses e ingleses na região. Impossível visitar todos para quem esteve um dia por lá sob 13º C abaixo de zero. No entanto, os principais pontos foram vistos.

A Catedral Notre Dame, primeira construída fora de Paris, foi o ponto inicial do passeio, que também incluiu a sedutora Rua Grande-Allee com seus vários restaurantes antigos, o Museu da América Francesa, as diversas ruelas antigas só para pedestres e cheias de lojinhas, as únicas muralhas ainda de pé na América do Norte, o Parlamento de Quebec e o mais famoso de todos, o Château Frontenac, castelo centenário erguido pela empresa ferroviária Via Rail para atrair turistas ao Canadá.

O momento tenso da viagem mais esperado não ocorreu. Muitas pessoas me alertaram que em Quebec ninguém sabe falar inglês e, para piorar, se ofendem quando você começa a usar esta língua. Mentira! Apesar do inglês não ser tão fluente como em Montreal, por exemplo, em Quebec todo mundo se comunica em inglês, seja o taxista, a camareira, o garçom ou a vendedora da lojinha.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

No país do cheeseburguer

Há muitas similaridades entre os Estados Unidos e o Canadá, e uma delas é a alimentação. É impressionante como o canadense come mal. A fritura, a alta caloria e a grande quantidade sempre imperam. Fui uma das vítimas deste costume. Não pelo jantar, pois a minha hostmother Thoko é sul-africana, e prepara comidas deliciosas e saudáveis. Engordei exatos quatro quilos desde que pisei em Vancouver devido ao almoço. Claro que posso encontrar diversos restaurantes com alimentos de qualidade, o problema consiste no preço, muito elevado para quem tem que almoçar fora todos os dias. E o que é barato? Sanduíche, fast-food, pizza, pizza e pizza. Juro que não boto uma fatia de pizza na boca durante uns quatro meses quando voltar ao Brasil, e em fast-food só entro no Bob’s para tomar milkshake de Ovomaltine.

Poderia ter engordado muito mais se não fosse o Leonardo, meu parceiro de squash. Isso mesmo! No finzinho de outubro, finalmente descobri uma academia que possa praticar o esporte. E o mais impressionante, encontrei um squashista bom e brasileiro! Antes que as patrulhas da língua me puxem a orelha, falamos em inglês 95% das vezes. Se não fosse o squash, acho que teria que pedir um acento extra no avião de volta para casa, tamanha as porcarias que eu como todos os dias aqui.







FALTAM MENOS DE DUAS SEMANAS!!

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Protesto

Você sabe a tradução de timid para o português? Acredite, isso mesmo: tímido!

Ao saber disso, confesso que senti certa raiva de todos os meus antigos professores de inglês no Brasil. Por que diabos, desde a 3ª serie, todos eles me ensinaram shy? É muito mais complicado para memorizar. Tá, tudo bem, o shy é mais utilizado, mas eles poderiam ter citado o timid para os momentos em que o shy fosse esquecido. Há uns 7 anos, mais ou menos, deixei de tirar 10 na prova da Cultura Inglesa porque tinha esquecido este adjetivo. Agora descubro que bastava botar o timid! Ahh e ainda soube de outro sinônimo para shy: reserved (lembra reservado). Brincadeira né?

E meu protesto não pára por aí! Sempre tive dificuldade com o adjetivo used no sentido de acostumado. Confundia com o verbo usar, me atrapalhava em vários textos e redações. Então, quer saber um sinônimo para used? Accustomed!